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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

A cura para o apaixonamento

A descoberta de hoje foi que o meu manual de Espanhol é muito engraçado. Num texto dum suposto congresso internacional sobre os grandes enigmas da vida, uma das conclusões era:

"El enamoramiento. Es algo natural, una simple exaltación hormonal causada por el instinto de reproducción; se puede combatir con duchas frías y terapias de grupo (en ningún caso con duchas en grupo)."

Quiçá em 2500 isto não será mesmo possível. "Ai, apaixonei-me por um gajo das obras, deixa-me ir curar isto já!" Corro para casa e depois de uns quantos duches estou óptima e já nem me lembro da cara do dito cujo. Dava jeito. Então e quem não soubesse disto? Ao tomar uns quantos duches frios deixava de estar apaixonado pela cara-metade? "Ai filho, não sei mesmo o que se passa mas estou aqui a olhar para ti e já não sinto nada. Não vai dar." Parece-me que era um mundo bem mais prático. Digamos que vá, ao 20º duche ficávamos curados. Contando que toda a gente tomava banho todos os dias, vinte dias depois acabava-se. Era óptimo! É o tempo da novidade que é quando é bom. Assim nem tínhamos tempo de nos fartar da pessoa. Era aproveitar bem os vinte dias e depois adeus, cumprimentos à família. Só tenho pena de não estar cá em 2500 para ver isto!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Síndrome do estudante

Eu pensava, sinceramente, que era só a maior preguiçosa deste mundo e do outro. Hoje alguém fez o grande favor de me avisar que o Wikipédia (essa grande fonte que tantos alunos Erasmus safa, e não só) afirma que eu tenho uma doença ou algo do género. Diz que se chama procrastinação e que é o diferimento ou adiamento de uma acção. Na parte do síndrome do estudante diz que se refere ao facto de muitos estudantes só começarem a dedicar-se inteiramente a uma tarefa precisamente antes do prazo final. E isto, no meu caso, está mais que certo. Imaginem um trabalho para entregar às 10h00. Eu começo a fazer às 05h00. Uma frequência às 12h00, começo a estudar a sério às 02h00. E depois mais à frente diz que pessoas com esta coisa refilam que se tivessem tido mais tempo tinham começado antes quando, na verdade, se acontece, deixam outra vez para o último momento (experiência própria). Eu bem disse que este ano tinha que deixar de adiar tudo porque acaba por ser um grande problema e, afinal, é ainda mais sério (porque eu acredito piamente em tudo o que diz o Wikipédia, ou não, ou não). Não me parece que seja suposto ir ao médico porque isto é psicológico e, nesse caso, faço eu de médica, não preciso cá de mariquices. Ai vida a minha!

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Hoje fiz uma descoberta gira que decidi partilhar apesar de ter a certeza que não há muitas mulheres no mundo que não saibam isto. E a descoberta foi:

Pôr espuma no cabelo num estado praticamente líquido não é a coisa mais inteligente de se fazer. Não é muito grave mas também não é bom.

Ser mulher é realmente um processo contínuo de aprendizagem.
Não se ofendam homens mas vocês não têm de aprender truques para absolutamente nada. Para vocês que até são limpinhos q.b basta-vos pasta de dentes, desodorizante, perfume e gel (para os que usam). E para isso não é preciso ciência nenhuma. Gostava de vos ver com rímel e lápis. Aposto que arrancavam um olho. Eu também arrancava, deixem lá.

P.S.: Um bocadinho depois também descobri que usar o secador depois de pôr espuma, pelo menos da maneira que usei, também não é sempre uma ideia brilhante. Isto se não quiserem ficar a parecer um leão na sua esplendorosa juba. Era o meu caso. Aposto que com este cabelo a minha avó hoje não me vai conhecer.