Chorei mais com este do que com os típicos melosos. Digo mais, chorei como se tivesse de esgotar as lágrimas todas com um só filme. Chorei tanto que tenho os olhos inchados e dói-me a cabeça. Aquele choro sentido que nos faz soluçar muito e em que os nossos lábios não param de tremelicar. Mais palavras para quê? Clint, Hilary e Morgan. Just simple as that.
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sábado, 20 de fevereiro de 2010
Chorei mais com este do que com os típicos melosos. Digo mais, chorei como se tivesse de esgotar as lágrimas todas com um só filme. Chorei tanto que tenho os olhos inchados e dói-me a cabeça. Aquele choro sentido que nos faz soluçar muito e em que os nossos lábios não param de tremelicar. Mais palavras para quê? Clint, Hilary e Morgan. Just simple as that.Isto dava uma rubrica
Na verdade, dava um blog inteiro mas não vou por aí. Passados uns dois meses de blog acho que nunca cheguei a especificar que tipo de blog era este. Não é de nenhum tipo em especial. É um blog sobre mim, sobre as minhas opiniões e divagações, sobre o meu dia-a-dia que não é nada de grandioso mas que é meu e por isso gosto de escrever sobre ele.
Eu podia aqui iniciar uma rubrica com o belo título de "As coisas que eu odeio". Como mulher que sou, e ainda por cima com este meu feitio tão peculiar, dava pano para mangas. É importante referir que não odeio tudo e mais alguma coisa, digo por ser uma forma de expressão comum e pela "gireza" da palavra "odiar" (uma gireza doida diga-se de passagem). Só não faço disto uma rubrica pontual porque sou distraída, ia-me esquecer e não gosto de obrigações. Portanto cá vai provavelmente a primeira de muitas. A segunda, algum dia chegará.
Nota: Isto não está por ordem de grau de ódio. Claro que há coisas que dão mais comichãozinha que outras mas as condicionantes são várias (tempo, disposição...). Está apenas pela ordem pela qual me fui lembrando.
1º - Podia começar por dizer que odeio pessoas visto que até tenho feito questão de o frisar nos últimos tempos. Apesar disto, eu que até sou uma pessoa muito ponderada, cheguei à conclusão que por muitas fases que tenha nunca chegarei à fase definitiva de odiar pessoas porque, no fundo, não vivo sem elas.
2º - Pombos. Um bicho que usa as nossas cabeças como WC e que ameaça ir contra nós a alta velocidade, de certeza que não é muito adorado pelos habitantes/frequentadores de Lisboa. Eu dou por mim a caminhar no Areeiro - completamente distraída porque vou a ouvir música - e parece tanto que eles se vão esborrachar contra a minha cara que dou por mim quase a cair, ali, no meio da rua. Só falta começar aos gritinhos. Com a sorte que tenho, um dia caio mesmo e há-de ser no meio de caca de pombo.
3º - As pessoas que me dizem "Eu como tudo e mais alguma coisa e não consigo engordar" ou "Eu andei um mês a comer big mac's e baguetes e finalmente consegui engordar meio quilo". Ora esta então dá mesmo vontade de...nem sei.
4º - Ir no autocarro cheia de fome e alguém ao nosso lado começar a comer uma coisa qualquer que geralmente me apetece. Esta é óbvia para quem me conhece. Já se deve ter reparado que gosto bastante de comer...pronto, sinceramente, sou uma alarve de primeira e como de tudo a toda a hora. Portanto, não é de estranhar que me apeteça o que quer que seja que o vizinho do lado está a comer. Claro que graças a este hábito, que mantenho há 19 anos, ainda não consegui chegar ao 60 kg e provavelmente nunca chegarei mas ao menos já estou mentalizada que não sou como as minhas queridas amigas que têm um metabolismo que era perfeito para mim e não para pessoas que não gostam de comer e que nem apreciar comida sabem!
5º - Quando começa a chover precisamente no momento em que temos de sair de algum lado, seja carro, autocarro, edifício. Parece que a chuvinha estava mesmo à nossa espera han....grrrr!
6º - Quando corremos que nem doidas para apanhar o autocarro e ele parte sem nós. Se não corrermos também irrita mas esta é especial porque houve de facto muito esforço da nossa parte. Digo muito porque, pelo menos no meu caso, cinco segundos de corrida e já estou cansadíssima.
7º - Falta de espaço. É normal numa discoteca, num concerto. Aí tolero, por muito que me aborreça o facto de querer dançar e não conseguir porque toda a gente se lembra de passar ao pé de mim. Agora, quando há todo o espaço do mundo e vêm colar-se à minha pessoa, aí já me faz comichão. O ar é de todos mas há limites. Eu até gosto de contacto físico mas não da parte de pessoas que não conheço.
8º - Começo a odiar o meu instrutor. E isto porquê? Nas primeiras aulas ele punha-me a mão na pernoca uma vez ou outra, muito raramente. Agora é quase a aula toda e eu não gosto! Então, se ele tem tanto espaço no seu cantinho, por que raio é que tem de invadir o meu? A perna é minha! O contacto físico faz-me mesmo impressão quando é indesejado. Ele mete lá a patinha quando eu vou fazer alguma pergunta, deduzo que seja para mostrar que está com atenção ao que eu digo, e quando quer enfatizar uma explicação (ou seja, agora enfatiza tudo e mais alguma coisa). Eu como sou parva ainda não tive coragem de dizer nada e não quero pensar que seja por mal porque se o senhor se lembra de pôr a mão noutro sítio qualquer arrisca-se a que eu vá contra um poste (e só bato do lado direito, claro)!
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Gajas vs Gajos
Aqui há dias, numa das minhas várias divagações, fiquei um bom bocado a pensar numa grande diferença entre homens e mulheres. A divagação surgiu pelo facto de eu estar meio deprimida, já não me lembro porquê. E com isso pus-me a pensar, realmente nós mulheres temos uma facilidade enorme em deprimir, seja a razão qual for. Ai que hoje está mau tempo, pintei mais um olho que o outro, vesti as cuecas amarelas em vez das verdes, não consigo arrotar, engasguei-me com o ar, mordi a língua, parti a unha do dedo mindinho do pé, aquela pedra está mais à direita do que devia, etc etc. Deprimimos literalmente com tudo. Depois pensei nos homens. Demorei bastante tempo até encontrar uma razão para um homem deprimir (não estou a contar com aqueles que têm mais de gaja do que eu, por exemplo). Achei que não ia conseguir e tive mesmo para desistir mas cheguei lá. Os homens ficam deprimidos se o seu clube do coração perde. E, ainda assim, penso que não dura muito. Pouco depois já estão a fazer contas com as jornadas das semanas seguintes e lá se passou a má-disposição. Depois ocorreu-me outra que nunca testemunhei mas que acredito que seja fidedigna. Um homem que bata com o seu carro novinho em folha. Pode ser só um toquezinho, um risco mínimo, eles ficam deprimidos. E neste exacto momento, em seguimento de ideias, lembrei-me de outra. Pensemos um bocadinho nos homens em geral. Quais são as três coisas mais importantes para eles? Clube, carro e...mulheres! Isto são tudo suposições, ainda tenho de realizar um estudo antropológico/psicológico/whatever sobre o assunto, mas um homem que lhe apeteça muito muito muito fazer sexo, de certeza que fica deprimido caso ela se recuse. Vá deprimido talvez nem seja o termo correcto mas pelo menos chateado e com vontade de lhe dar com o candeeiro da mesa-de-cabeceira, ai disso não tenho dúvidas.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
O amor em mexicanês
Hoje reparei que isto do nome Mexicana tem muito que se lhe diga. Aludindo às novelas mexicanas, tudo bem que eu era e sou uma exagerada do pior, sempre a dramatizar e tudo e tudo. Mas vendo bem, aquilo que mais caracteriza as mexicanices não é a cena toda à volta do amor e afins? A minha pessoa não acredita no amor. Pelo menos para mim, isso é coisa que não há. Para os outros acredito, não sou assim tão extremista. A minha mente perturbada sofre mudanças repentinas em questão de minutos. Ora digo que o amor é coisa que não existe ora digo que sem amor não somos nada. E por muito que me convença que não acredito, hei-de babar sempre com mariquices do género da que vou deixar aqui. Sempre! É certinho. Quem me apanhe no quarto a ver um filme ou uma série, nas cenas amorosas dão comigo a gritar "nhó" por dentro, com as bochechas coladas aos olhos, toda eu a brilhar muito e a sorrir. Enfim, mulheres! Até deixava um vídeo de uma novela mexicana que via fielmente há uns anos atrás, quando era ainda uma jovem inocente, mas é capaz de roçar o ridículo. Fica aquilo que me ocupou grande parte das férias. Já que não se faz mais nada de jeito, vêem-se três temporadas de Gossip Girl que não é nada, nada mau.
domingo, 31 de janeiro de 2010
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Apetecia-me escrever um guião para uma peça de teatro com o diálogo que vou deixar aqui, se estivesse com imaginação e se não tivesse um exame hoje.
Ri que nem uma perdida e achei muita graça mas depois fiquei preocupada e pensei: "É assim que eu vou ser quando chegar aos 50 anos?"
Personagens - Um homem e uma mulher
Espaço - Na cama
Espaço - Na cama
Tempo - Lá para as 23h30, depois de acabar o jogo do Porto e enquanto começa uma das novelas da noite (da tvi, detalhe sempre importante, cof cof)
Homem: (que no fim do jogo deve ter ficado aborrecido e já que não tinha nada para fazer...) Olha lá, tu amas-me?
Mulher: (muito chateada e naquele tom que se aproxima muito ao grito) Cala-te, deixa-me ver a novela! [foi aqui que comecei a rir como se não houvesse amanhã]
Homem: Então mas não me amas é? Custa-te muito dizer?
Mulher: ... (nem uma nem duas)
Homem: Pois, se não dizes nada é porque tenho razão.
Mulher: Então mas tu não te calas, porra? Eu tive aqui quietinha, deixei-te ver o jogo em paz e agora deu-te para isto? Deixa-me lá ver a novela sossegada, não me chateies.
Homem: Mas amas-me ou não?
Mulher: Olha, merda.
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Hoje fiz uma descoberta gira que decidi partilhar apesar de ter a certeza que não há muitas mulheres no mundo que não saibam isto. E a descoberta foi:
Pôr espuma no cabelo num estado praticamente líquido não é a coisa mais inteligente de se fazer. Não é muito grave mas também não é bom.
Ser mulher é realmente um processo contínuo de aprendizagem.
Não se ofendam homens mas vocês não têm de aprender truques para absolutamente nada. Para vocês que até são limpinhos q.b basta-vos pasta de dentes, desodorizante, perfume e gel (para os que usam). E para isso não é preciso ciência nenhuma. Gostava de vos ver com rímel e lápis. Aposto que arrancavam um olho. Eu também arrancava, deixem lá.
P.S.: Um bocadinho depois também descobri que usar o secador depois de pôr espuma, pelo menos da maneira que usei, também não é sempre uma ideia brilhante. Isto se não quiserem ficar a parecer um leão na sua esplendorosa juba. Era o meu caso. Aposto que com este cabelo a minha avó hoje não me vai conhecer.
Pôr espuma no cabelo num estado praticamente líquido não é a coisa mais inteligente de se fazer. Não é muito grave mas também não é bom.
Ser mulher é realmente um processo contínuo de aprendizagem.
Não se ofendam homens mas vocês não têm de aprender truques para absolutamente nada. Para vocês que até são limpinhos q.b basta-vos pasta de dentes, desodorizante, perfume e gel (para os que usam). E para isso não é preciso ciência nenhuma. Gostava de vos ver com rímel e lápis. Aposto que arrancavam um olho. Eu também arrancava, deixem lá.
P.S.: Um bocadinho depois também descobri que usar o secador depois de pôr espuma, pelo menos da maneira que usei, também não é sempre uma ideia brilhante. Isto se não quiserem ficar a parecer um leão na sua esplendorosa juba. Era o meu caso. Aposto que com este cabelo a minha avó hoje não me vai conhecer.
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